quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Confissões num momento de crise

Meu ano de 2013 foi pra lá de estranho e difícil. Fiquei com uma paralisia facial muito preocupante, e assim que me recuperei eu fui demitido (isso foi no término de março e começo de abril). Não vejo o Bruno desde janeiro do  ano passado, e isso tem me doído tanto sabia? É difícil viver na situação que eu vivo. Requer muito peito pra enfrentar.

Não vou entrar muito no mérito da questão, mas neste último ano a minha família passou por 3 mortes: minha tia-avó, meu primo e minha avó. Isso foi uma apunhalada pra família, mas agora seguimos adiante e vamos sobrevivendo.

Começando o ano de 2014, eu vivi uma situação muito desagradável (pelo menos pra mim): uma conversa muito séria que eu tive com a minha família. Ser sabatinado por todos os lados definitivamente não é legal, mas serviu de algo (que me tirou um peso enoooorme da consciência): contei toda a verdade sobre as coisas que tenho passado. Eu assumi diante da  minha família o meu relacionamento com o Bruno. Ainda assim, encontramos dificuldades, mas com certeza foi uma barreira vencida.

sábado, 5 de outubro de 2013

Vamos conversar...

"... O tempo voou, nem percebi..."

Fato: Desde abril que eu não escrevo nada neste blog, não falo do que tem acontecido comigo por aqui, pois bem, hoje eu resolvi (tentar) escrever algo. Vocês acreditam em deserto criativo/artístico? Foi o que eu sofri nesse tempo: não tinha vontade de escrever nada, não tinha inspiração pra nada, eu estive apenas vivendo o meu dia-a-dia fantástico (como se meu cotidiano fosse fantástico mesmo...); O lado bom desse "retiro" que a vida me impôs é que pude viver mais e perceber melhor as minúcias da vivência humana (da minha vivência né?)

Desabafo: Em abril eu fui demitido do meu último emprego. Não tenho vergonha de admitir isso pois a minha consciência está tranquila e eu sei bem do quão profissional e eficiente eu fui naquele trabalho. Trabalhei lá durante um ano, quando fiz um ano e um dia de empresa eu fui demitido. Motivo? Não se sabe. Cadê que a empresa vai dizer o real motivo da demissão? Eu sei o real motivo: Eu fiquei doente e me afastei por 15 dias, e isso é um prejuízo enorme pra empresa, pois ela tem que pagar cada dia, e assim que eu voltei ao trabalho, não muito tempo depois, fui despachado de lá. A empresa vai admitir? Não. Sabe por quê? Porque doença não é motivo de demissão (respaldado na lei). E enfim, desde aquele dia tenho procurado um novo emprego e nada, mas tenho fé que um dia ele aparece.

Pensamento: Hoje acordei num dia chuvoso com um clima estranho, devo ter tido um pesadelo e acordei com pensamentos confusos. Sabe quando você começa a pensar um milhão de coisas ao mesmo tempo? A conta que você está devendo, aquela discussão que te tirou a paz de espírito, a saudade de quem você tanto ama, a falta de dinheiro, a viagem frustrada, a expectativa do próximo episódio da sua série favorita, pois é, acho que você sabe disso, e o pior de tudo é administrar tudo isso, e é isso que tenho tentado aprender.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Quer saber a verdade?

Muito se tem falado a respeito da verdade. Mas o que é a verdade? Alguns dirão que é a máxima da criação do universo, outros que é o oposto da mentira, e afinal, do que se trata?
Tenho pra mim que a verdade é a máxima que rege a minha vida, e a vejo como guia de felicidade mesmo em meio aos sofrimentos. Aprender a lidar com a verdade é uma necessidade urgente, pois para os despreparados ela tem efeito cortante, tal qual uma espada que transpassa o coração. O que me leva a dizer: Se a experiencia com a verdade chegou a este ponto, é porque tens vivido na mentira e feito dela sua própria verdade.
Posso ter a minha própria verdade? Sinceramente digo que sim. Somos todos livres para enxergar o mundo, as coisas e as pessoas da maneira que quisermos e conforme aquilo que experimentamos, mas o que temos de evitar é que nossa verdade se torne ilusória, que destoe daquilo que é a realidade. Não posso simplesmente achar que a grama é roxa se ela é verde, que o sangue é azul se ele é vermelho. Não posso achar que minha religião é a certa se existe muitas outras por aí e até mais antigas que a minha. Não posso julgar as pessoas se não souber os motivos de suas ações. Disto que disse não dá pra se ter certeza, no máximo eu posso é "achar", mas vamos combinar, viver de achismos é muito chato e pouco produtivo.
Conhecereis a verdade e ela vos libertará. Esta é a máxima de vida que tenho experimentado, a verdade liberta sim, sem sombra de dúvidas. Se sou livre é porque estou fundamentado na verdade e o que passa disso é mentira, que tem perna curta.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Onde fazer menos nos faz pensar mais...

Estou desde sexta-feira passada (08/02/2013) sofrendo de uma paralisia facial no lado esquerdo do rosto. Tal paralisia é conhecida como "paralisia de bell" e se dá por meio de uma inflamação do nervo facial, com isso, tenho ficado em casa desde então. Dispensado das atividades do serviço por um atestado médico e sem poder fazer muita coisa, e vejo como isso muda as coisas. Estes dias tenho percebido que quando fazemos menos, pensamos mais. Hoje estou com um tempinho pra refletir sobre determinadas coisas e tenho visto o quão importante é refletir, ter um tempo pra pensar, pensar com calma, friamente; isto faz bem a saúde. Estou aproveitando este tempo pra refletir sobre "retomada", o que por coincidência veio de encontro ao tempo da quaresma, no qual somos chamados à conversão. No blog evangelização e fé eu postei uma reflexão acerca deste período do ano, que se você quiser ler, basta clicar no link. Enfim, o foco deste post mesmo é perguntar: em que você tem pensado? o que você tem refletido? você tem tirado algum tempo pra isso? Fica o convite. Ah... a realidade lembra: não se aliene, não se pode esquecer também do que se tem que fazer. #BoaReflexão ;)

domingo, 6 de janeiro de 2013

sobre lembranças, amor, sacrifícios e glórias

2012 passou, e com ele todos os desgastes, todas as dificuldades, todas as "fraturas", o que fiz questão de ter comigo foram os bons momentos, os risos, as amizades, o amor, os pileques... todas as lembranças que por um mero descuido quase se esvaem por entre meus dedos. Parei para refletir sobre os acontecimentos do passado, e aqui não somente o ano que se passou, mas a vida que já foi escrita em tinta permanente. E quanta coisa se passou hein? Sei que há um futuro e que nele há mais para se viver, mas as vezes esse mais é do mesmo, e mais do mesmo não é bom, não faz bem. Não quero mais os mesmos risos, as mesmas amizades de outrora, os mesmos pileques.... mas isto não significa que quero coisas diferentes, é claro que também as quero, mas principalmente quero risos melhorados, amizades melhoradas, pileques melhorados. E o amor? Espero que o amor nunca mude, mas que se aperfeiçoe à imagem do amor maior, aquele que tudo crê, tudo espera, tudo desculpa, tudo suporta, tudo supera. Sei que as coisas diferentes virão através do amor que busca afeiçoar-se ao amor daquele que É o próprio amor por excelência, e a este amor eu peço que me ensine a amar sem dor, aceito até os sacrifícios, mas se há dor é mais difícil.
Aí então lembrei do filho que provou do fel, este até pior que o meu, mais amargo e mais indigesto, lembrei de sua suprema angústia, das dores que vieram do silêncio paterno, das dores do açoite, de todo escárnio, até de sua coroação humilhante. Não é preciso citar o resto para entender o final, ele voltou, deu a volta por cima e ainda fez questão de ter em si suas cicatrizes pra testemunhar um retorno vitorioso.
Volto ao meu momento e penso no quão tentador é pedir que o cálice seja afastado, mas se para experimentar a ressurreição é necessário todo o calvário, então é neste que me lanço sem reservas, e sei que ao me lançar, haverão vários "Cirineus" e várias "Verônicas" ao meu lado de prontidão. E a vida então se descreve como o vale tenebroso, mas não é só isso, pois se há companhia Do amor, esta peregrinação se descansará em alguns "tabores", até que então se viverá o Tabor eternamente

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Declaração

Eu declaro que este blog é um santuário. Santuário de pensamentos e de ideias. Neste lugar, busca-se mais do que erguer uma bandeira, busca-se ser. Ser não é um ato de vontade, ser não é um principio de escolha, ser é apenas ser. O que passa disso é alienação. Não dá pra deixar de ser o que se é, apenas pode-se mascarar a identidade. E sustentar uma máscara é algo que não entra em concordância aqui. Este espaço é um lugar pra você ser você. Nem tudo o que escrevo aqui fala necessariamente sobre mim, mas ainda descreve um pouco do que sou. 

E assim eu sou porque sempre fui e serei. Abaixo à condenação, às acusações, aos julgamentos.

Eis aqui um mandamento: RESPEITO

Respeite-se, respeite-me. Respeito é bom  e não sou apenas eu que gosta.

Não me calarei! Se eu for silenciado aqui então não terei mais voz em lugar algum. E não fui acostumado a me calar.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Eu também tenho problemas

Trabalhar onde trabalho é difícil, eu preciso me tornar um ouvido ambulante e ser disposto a escutar toda a sorte de situações. Umas difíceis, outras nem tanto... Até aí tudo bem. O problema é quando eu preciso de um ouvido, pois aí é difícil conseguir, e então acabo desaba(fa)ndo aqui ou em outros, lugares... O fato é que eu também tenho problemas. SOU GENTE!